Gestão de Crises

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A primeira resposta para uma crise é olhar para si mesmo, saber quem é, como é visto, e usar a força que existe dentro de você. Por isso, além de estar preparada para conduzir episódios pontuais que fogem do controle da administração de uma empresa, a Beat oferece elaboração de um plano de contingência de crises, uma ferramenta valiosa para auditar permanentemente a propensão e a capacidade para enfrentar crises.

O plano de contingência de crises da Beat responde a sete itens: 

  • Imagem: as virtudes devem estar claras, pois talvez elas não sejam percebidas quando a empresa se envolve em uma crise. A radiografia da imagem oferece pistas para formar juízo estratégico e detectar eventuais equívocos;
  • Vulnerabilidades: quais crises a empresa está mais passível de enfrentar e qual seu nível de preparo para conduzi-las? Uma Lista de Crises nos permite prever as mais viáveis de acontecer e então olhamos quais estamos realmente vulneráveis;
  • Comando:  definição dos papéis dentro da empresa, sensibilização da empresa, elaboração do Plano de Contingência, organização do Kit de Crise, implantação e monitoramento;
  • Rumo: esse item está relacionado aos valores da empresa, expressam a atitude da empresa e a sua cultura. Eles ditam a regra sobre qual rumo seguir em uma crise;
  • Apresentação: definição da figura do Porta-Voz da empresa. É ele(a) que apresenta o rosto da organização quando a crise explode, concentrando o fluxo de informações em uma só pessoa. A sua forma de atuação deve ser bem definida e deve saber expor corretamente a sua face pública. O porta-voz pode ser o líder máximo da organização, ou um dos maiores acionistas da empresa;
  • Ferramentas: confecção do kit de crise, onde a principal arma é a mensagem. Para construir a mensagem, precisamos das informações (conteúdos, versões, fatos, dados) que lhes dêem respaldo;
  • Público: definir quais serão os públicos atingidos e qual será a mídia. de cada um destes públicos. Para cada público a mensagem é diferenciada, até porque os interesses são diferentes; Errar o alvo é tão grave quanto enviar a mensagem errada.

Em 1982, a Johnson & Johnson enfrentou um caso de adulteração de medicamento que ocasionou a morte de sete pessoas. Conheça esse grande case de gestão de crises no texto:  ” Gestão de crises: a receita para evitar uma grande dor de cabeça” que está no blog da Beat.

 

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